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Volta França do Futuro - Nélson Oliveira sobe ao 5º posto em etapa atribulada Versão para impressão Enviar por E-mail
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Anthony DELAPLACE (FRA)© ASO/P.Perreve

Anthony DELAPLACE (FRA)© ASO/P.Perreve

 
A 2ª etapa da Volta a França do Futuro – ligação entre Saint-Amand-Montrond e Cusset no total de 150,5 km – trouxe mudanças importantes na classificação geral.

Entre essas mudanças esteve a subida de Nélson Oliveira ao quinto lugar da classificação geral, fruto da grande regularidade do atleta da Selecção Nacional Liberty Seguros, que voltou hoje a chegar no primeiro pelotão, na 29ª posição, a apenas oito segundos do vencedor.

O dia ficou marcado por muitas quedas, explicadas pela chuva que se fez sentir ao longo de todo o percurso e pelas folhas secas espalhadas pelo piso, numa zona de montanha, com arborização frondosa.

Logo ao quilómetro 10, um trio composto pelo francês Delaplace, pelo holandês Lindeman e pelo dinamarquês Jorgensen iniciou uma fuga que iria chegar a ter 2’50’’ de vantagem sobre o pelotão.

Delaplace acabaria mesmo por se sagrar vencedor da etapa, num final emocionante ao sprint com Lindeman, numa altura em que o pelotão já se encontrava a apenas 13’’ do duo, fruto do empenho da selecção dos Estados Unidos da América na protecção do até hoje camisola amarela, Taylor Phinney. O norte-americano seria vítima de uma queda, chegando com mais de 20 minutos de atraso para o vencedor.

A camisola amarela passa para o corpo do britânico Alew Dowsett, campeão europeu de contra-relógio, que conta agora com apenas um segundo de vantagem sobre o australiano Michael Matthews, segundo classificado.

No que toca aos restantes portugueses, Guilherme Lourenço foi 69º, a 1’09’’ do vencedor. Bruno Silva, apesar de ter caído, chegou na 70ª posição (+1’19’’). Quanto a Amaro Antunes, chegou na 72ª posição, devido a um furo que, por ter acontecido nos últimos três quilómetros da etapa, lhe permitiu receber o mesmo tempo do primeiro pelotão, ou seja, acumular apenas oito segundos de atraso.André Domingos foi 84º, a 2’24’’ do primeiro e Joni Brandão 91º, a 3’06’’.

O seleccionador nacional, José Poeira, mostrou-se “satisfeito” com a prestação da Selecção Nacional Liberty Seguros, e antevê “grandes dificuldades para a etapa de amanhã, uma das principais deste Tour. Depois da atribulação do dia de hoje, prevejo novamente grandes diferenças, ou não fosse esta uma etapa com sabor a alta montanha”.

A ligação entre Saint-Pourçain-sur-Sioule e Col du Béal, no total de 157km, conta com uma contagem de montanha de 1ª categoria, uma de 2ª e duas de 3ª.

 
Samuel Caldeira vencedor absoluto 3º GP Crédito Agrícola Versão para impressão Enviar por E-mail
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Samuel Caldeira (Palmeiras Resort-Prio) venceu a terceira e última etapa do 3º GP Crédito Agrícola/Costa Azul, organizado pela PAD/Lagos Sports, e disputada hoje, com partida e chegada a Santiago do Cacém, na distância de 152,7 Km., confirmando-se como o vencedor absoluto desta corrida. O ciclista do Clube de Tavira, tal como na etapa anterior, bateu ao “sprint” Sérgio Ribeiro (Barbot-Siper), 2º classificado, a 10s, e Bruno Saraiva (Loulé), 3º a 24s.
Samuel Caldeira (Palmeiras Resort-Prio), vitorioso em duas das três etapas da prova, conservou a camisola branca dos pontos, e na montanha o título já estava na posse de Hernâni Broco (LA-Rota dos Móveis), enquanto na Juventude e por equipas, António Carvalho (Mortágua-Basi) e o Loulé-Louletano-Aquashow mantiveram o primeiro lugar.
“Agradeço esta vitória aos meus colegas e agora vou feliz para férias”, desabafou Samuel Caldeira.

Em causa estavam sete segundos
Os sete segundos que separavam o líder Samuel Caldeira (Palmeiras Resort-Prio) do segundo classificado, Sérgio Ribeiro (Barbot-Siper) estiveram no centro das hostilidades que mobilizaram as duas equipas para a luta nesta derradeira etapa do 3º GP Crédito Agrícola-Costa Azul. E, naturalmente, a primeira das metas volantes, em Vila Nova de Santo André, fez com que a luta atingisse o auge nesses primeiros 8,7 quilómetros, com o ciclista da Barbot a amealhar os três segundos de bonificação, correspondentes ao primeiro lugar, mas que, afinal, não lhe valeram de nada já que o camisola amarela, com os dois segundos da segunda posição, apenas lhe “concedeu” a recuperação de um segundo, cifrando-se, no final, em 10 segundos.

Tavirenses seguraram o pelotão
Com esta situação o grupo de Tavira, fez com que o andamento abrandasse, chegando mesmo a consentir a fuga de um grupo de seis corredores que, a partir do Km. 20, assumiu o comando da corrida, tendo alcançado a vantagem de dois minutos. O sexteto, que incluía duas unidades da Barbot, Rui Sousa (a 22s) e David Bernabéu (a 1m 31s), e ainda Hugo Sancho (a 21s) e Celestino Pinho (a 22s), justificava, naturalmente, algumas precauções por parte do grupo de Tavira, pelo que, na segunda passagem pela meta, a diferença estava a diminuir. Em todo o caso, nas restantes duas passagens pela meta volante de Vila Nova de Santo André, foi repetida a classificação, com Celestino, Hugo Sancho e Rui Sousa a somarem, respectivamente, 6, 4 e 2 segundos de bonificações. Mas tudo se decidiu ao “sprint”, como sucedeu em cada uma das três etapas. No final da cerimónia protocolar de hoje, foi prestada homenagem ao mais antigo ciclista do pelotão, Joaquim Sampaio (Madeinox-Boavista), que se retira da actividade no final desta temporada, bem como a David Blanco, vencedor da Volta a Portugal, que deixa o clube tavirense para ingressar na Geox.

Classificações Completas

 

 
Volta a França do Futuro: Nelson Oliveira oitavo no prólogo Versão para impressão Enviar por E-mail
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Nelson Oliveira foi o melhor elemento da Selecção Nacional/Liberty Seguros no prólogo da Volta a França do Futuro, sendo o oitavo classificado, a 27 segundos do vencedor, o estadunidense Taylor Phinney.

Os 7,8 quilómetros, em redor de Vierzon, mostraram por que motivo Taylor Phinney é um dos mais reputados sub-23 da actualidade. O corredor dos Estados Unidos da América foi o único a baixar da fasquia dos 9 minutos, conseguindo um registo de 8m55s. O campeão europeu da especialidade, o britânico Alex Dowsett, foi o segundo, a 6 segundos. O australiano Michael Matthews fechou o pódio, a 7 segundos do vencedor.

O top 10 de Nelson Oliveira abre boas perspectivas para a restante competição, mas o desempenho dos restantes lusos também foi auspicioso, dando a Portugal a 12.ª posição colectiva, entre 20 selecções, a apenas 53 segundos dos Estados Unidos da América, equipa que lidera.

“Colocar um corredor entre os dez primeiros numa prova que tem um pelotão com a qualidade deste é sempre muito bom. Ainda mais quando o Nelson Oliveira conseguiu este resultado num prólogo, quando ele precisa de contra-relógios mais longos para desenvolver na plenitude as suas qualidades. Os restantes elementos também conseguiram resultados dentro do esperado”, avalia o seleccionador nacional, José Poeira.

A primeira etapa em linha disputa-se nesta segunda-feira, entre Vierzon e Saint-Armand-Montrond, ao longo de 144,5 quilómetros. Será a primeira de duas tiradas de transição, antes da chegada da montanha, que é a grande imagem de marca da edição de 2010 da Volta a França do Futuro. Aliás, são já as montanhas que pairam na mente de José Poeira.

“De um modo geral, a equipa está bem. Os corredores atravessam um bom momento e temos elementos que são bons trepadores. Estou expectante para perceber com se comportam com o passar dos dias, perante adversários de elevadíssimo nível, num percurso muito duro. Acredito que consigamos discutir os postos cimeiros”, afirma o seleccionador.

Classificação
1º Taylor Phinney (EUA), 8m55s
2º Alex Dowsett (Grã-Bretanha), a 6s
3º Michael Matthews (Austrália), a 7s
4º Loic Desriac (França B), a 19s
5º John Degenkolb (Alemanha), a 21s
6º Andrew Talansky (EUA), a 24s
7º Tom Dumoulin (Holanda), a 26s
8º Nelson Oliveira (Portugal), a 28s
9º Jesús Herrada (Espanha), mt
10º Martijn Keizer (Holanda), a 29s
50º Joni Brandão (Portugal), a 49s
53º Bruno Silva (Portugal), a 50s
74º Amaro Antunes (Portugal), a 1m01s
80º Domingos Gonçalves (Portugal), a 1m02s
105º Guilherme Lourenço (Portugal), a 1m15s

Próximas etapas
1.ª Etapa: Vierzon - Saint-Armand-Montrond, 144,5 km
2.ª Etapa: Saint-Armand-Montrond - Cusset, 150,5 km
3.ª Etapa: Saint-Pourçain-sur-Sioule - Col du Béal, 157 km *
4.ª Etapa: Ambert - Vals-les-Bains, 183 km
5.ª Etapa: Vals-les-Bains - Loriol-sur-Drôme, 153 km
6.ª Etapa: Saillans - Rissoul, 204 km *
7.ª Etapa: Guillestre - Rissoul, 13,5 km (C/R) *

* Final em alto

 
Espanhol David Oviedo conquista competição de cadetes (III Prémio Internacional Alves Barbosa) Versão para impressão Enviar por E-mail
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A terceira edição do Prémio Internacional Alves Barbosa terminou hoje em Montemor-o-Velho com sotaque castelhano. O espanhol António Portela (CC Spol/Caixanova) impôs-se na terceira e última etapa, enquanto que o compatriota David Oviedo (CC Bessaya/Almacenes Lavin), vencedor das duas tiradas anteriores, afirmou-se como conquistar do troféu que homenageia Alves Barbosa.
 
Os derradeiros 67,2 quilómetros, com início em Arazede, terminaram junto ao castelo de Montemor, coincidindo a meta com uma contagem de montanha de terceira categoria. A selectiva fase final permitiu a Antonio Portela distanciar-se ligeiramente do grupo dos candidatos à geral, concluindo a etapa com 1h4101s, à média de 39,914 km/h. O português André Bessa (Munditubo/SGR Ambiente/CCA Paio Pires) foi o segundo classificado, a 5 segundos do vencedor. O terceiro na tirada foi Cristian Olaiz (CC Bessaya/Almacenes/Lavin), a 7 segundos. O camisola amarela cedeu 21 segundos, cortando o risco num mais do que suficiente 15.º lugar.

David Oviedo venceu o III Prémio Internacional Alves Barbosa com 1m56s de vantagem sobre o segundo classificado, Adelino Pires (ACD Milharado/Intermarché/Mafra). O vencedor da Volta a Portugal de Cadetes, João Gomes (CC Avidos/Mansilhas) fechou o pódio em termos de geral individual, tendo gasto mais 2m03s do que o primeiro classificado.

Além da camisola amarela, Oviedo leva para Espanha a camisola verde, dos pontos, e a rosa, das metas volantes. Luís Gomes (Silva & Vinha/ADRAP) ganhou a classificação da montanha. O CC Bessaya/Almacenes Lavin foi a melhor equipa.

 
Sérgio Ribeiro com sprint triunfal em Grândola Versão para impressão Enviar por E-mail
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Sérgio Ribeiro (Barbot-Siper) venceu a segunda etapa do 3º GP Crédito Agrícola/Costa Azul, organizado pela PAD/Lagos Sports, disputada hoje, com partida e chegada a Grândola, na distância de 145,6 Km. Samuel Caldeira (Palmeiras Resort-Prio), que foi segundo com o mesmo tempo, conserva a camisola amarela bem como a camisola branca dos pontos, a qual, no entanto, será envergada por Bruno Sancho (LA-Rota dos Móveis) que continua a ocupar o 2º lugar da respectiva classificação. Na montanha a liderança pertence a Hernâni Broco (LA-Rota dos Móveis), na Juventude comanda António Carvalho (Mortágua-Basi) e por equipas mantém-se o Loulé-Louletano-Aquashow.

Tavirenses em defesa do seu líder
Ao fim da primeira hora de corrida a média estava em 42,8 Km/h para a qual contribuiu a iniciativa de dois ciclistas da LA-Rota dos Móveis, Márcio Barbosa e Bruno Sancho, que se destacaram do pelotão obrigando o Palmeiras Resort-Prio a reagir na defesa do seu camisola amarela Samuel Caldeira e, simultaneamente, ao contra-ataque de um quinteto que se manteve durante alguns quilómetros em posição intermédia. Entretanto, antes do reagrupamento geral, a primeira meta volante, em Melides (Km. 35), foi ganha por Bruno Sancho (LA-Rota dos Móveis), que, na companhia de Vasco Pereira (Vitória), voltaram ambos à liça e arrastaram consigo mais três adversários, mas este novo quinteto apenas serviu para o ciclista do Vitória vimaranense ganhar a meta volante de Grândola, na primeira passagem pela meta final, e a contagem de montanha de Alcácer do Sal. Dois dos fugitivos, Vítor Rodrigues (Liberty) e Hugo Sancho (Mortágua-Basi) ainda se mantiveram na frente mais algum tempo, mas ao Km. 90 o pelotão já rolava compacto.

Inevitável chegada ao “sprint”
O calor e a serra de Grândola desencorajaram os corredores que se resignaram à inevitabilidade de uma chegada em pelotão, disputada ao “sprint”, como veio a confirmar-se quando, à aproximação da quarta e última passagem pela meta, as equipas com velocistas tomaram posições para a arrancada decisiva. Mas nada impediu que Hernâni Broco (LA Rota dos Móveis) e Sérgio Ribeiro (Barbot-Siper) repartissem entre si os primeiros lugares na montanha e nas metas volantes, No ombro-a-ombro dos últimos metros, foi Sérgio Ribeiro (Barbot-Siper), quem levou a melhor no despique com o camisola amarela Samuel Caldeira (Palmeiras Resort-Prio).

Amanhã termina esta corrida com a última etapa, Santiago do Cacém-Santiago do Cacém, na distância de 132,7 Km. A partida será dada às 12h25 junto ao edifício da Câmara Municipal, onde a chegada está prevista para cerca das 15h30.


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