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VPFuturo: Alexander Ryabkin confirmou-se vencedor Versão para impressão Enviar por E-mail
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Terminou hoje (domingo), com a vitória do russo Alexander Ryabkin (Caja Rural), a 18ª Volta a Portugal do Futuro, organizada pela PAD/João Lagos Sports, evento que faz parte do programa dos Jogos do Centenário da República Portuguesa.

«Estou muito contente, foi uma vitória muito importante para a minha carreira», revelou o ciclista de Leste; «Foi uma atepa muito difícil devido ao calor, mas a minha equipa esteve perfeita! Quero agradecer a todos os meus colegas, massagistas e mecânicos; dedico a vitória ao meu pai, á minha mãe, ao meu irmão e à minha equipa. Espero voltar a correr em Portugal, um belo país», acrescentou Alexander Ryabkin, que se apoderou da camisola amarela logo na primeira etapa em linha.

A última etapa, disputada em circuito com 94,9 Km sob uma forte canícula, num percurso com partida e chegada em Reguengos, foi ganha por Fábio Silvestre (Liberty Seguros), à média de 40,686 Km/h, à frente de numeroso pelotão que incluía os melhores classificados, anotando-se duas alterações: a subida de Pedro Paulinho (Mortágua-Basi) ao primeiro lugar da tabela dos pontos (Regularidade), e de Silva Bruno (Aluvia Valongo) a líder da montanha. Confirmaram-se as vitórias de Luís Afonso (Aluvia Valongo) na Juventude e da Aluvia Valongo na geral de equipas.

Num percurso curto (94,9 Km), mas bastante exigente, com três passagens pela contagem de 3ª categoria em Monsaraz, os 64 corredores que partiram para a quinta e última etapa, encontraram o maior obstáculo no intenso calor que foi subindo gradualmente nos termómetros à medida que os ponteiros do relógio avançavam.

Como é natural a equipa do camisola amarela, a Caja Rural, assumiu desde início uma atitude de apertada vigilância a todas movimentações que se iam dando na cabeça do pelotão, em particular aos ataques desferidos pelos homens da Aluvia Valongo, que começaram por vencer através de Bruno Silva, a primeira passagem pelo alto de Monsaraz, sem nunca perderem de vista Joni Brandão (Liberty Seguros), o mais sério rival do líder russo Alexander Ryabkin.

Vasco Pereira (ASC Vitória), depois de vencer a primeira passagem pela meta volante de S. Pedro do Corval, tomou a dianteira e passou ligeiramente destacado na primeira volta, à frente de um quarteto intermédio. Anulada esta tentativa de fuga, seguiu-se novo ataque, agora de Diogo Nunes (Palmeiras Resort-Tavira), que, perseguido por um quarteto, passou na frente no alto de Monsaraz, mas logo a seguir foi alcançado pelos perseguidores, formando-se na frente um grupo de sete elementos, aos quais se adiantou Amaro Antunes (Liberty Seguros) para vencer a meta volante e ser o primeiro na segunda passagem pela meta onde o pelotão registava um atraso de apenas 45s.

Com toda a gente a postos sob um sol abrasador, o pelotão atacou, em bom ritmo, a terceira e última volta do circuito com um quarteto na dianteira, cabendo a José Gonçalves (Liberty Seguros), enquanto que na meta volante a vitória pertenceu a Bruno Silva (Aluvia Valongo), mas na meta final Fábio Silvestre (Liberty Seguros) impôs-se ao “sprint” e conquistou hoje o primeiro lugar. «A equipa procurou a vitória», comentou o vencedor da etapa; «já tinha tido boas recordações da Volta ao Alentejo e fui o mais feliz».

 
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