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Maia-Bike Team compete no GP de Mortágua Versão para impressão Enviar por E-mail
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Fábio Palma

Fábio Palma


Disputada a 18ª Volta a Portugal do Futuro, a Maia-Bike Team regressa à competição este fim-de-semana com a participação no 10º Grande Prémio de Mortágua,  prova de um dia a disputar este sábado – 14 de Agosto – na distância de 123,9 quilómetros.  No regresso às provas do calendário nacional, a Maia-Bike Team apresenta-se disposta à discussão dos primeiros lugares surgindo galvanizada pelo bom desempenho de Fábio Palma e Sérgio Ribeiro na presente Volta a Portugal. Palma, ciclista da Maia-Bike Team e segundo classificado da Taça de Portugal Sub-23 corre na maior prova velocipédica portuguesa com as cores da Selecção Nacional. Já Sérgio Ribeiro, único português vencedor de uma etapa após seis dias de prova, é um maiato de “adopção” tendo instalado o seu domicílio no concelho.

Depois do GP de Mortágua, a Maia-Bike Team prossegue a sua actividade competitiva com a disputa do Díptico da Galiza – GP de Pontevedra e GP Cidade de Vigo.

“Após uma primeira metade da época com um calendário preenchido regressámos à estrada tendo em vista em preparação da Volta a Madeira, no final de Setembro, último grande objectivo do ano. Nestas competições procuraremos, como é habitual, discutir os primeiros lugares apoiando-nos no exemplo que dão Fábio Palma, nosso ciclista que mereceu um convite para representar a Selecção Nacional na Volta a Portugal e Sérgio Ribeiro, ciclista natural de Matosinhos mas que vive e treina na Maia”, frisou o director-desportivo Paulo Couto.

 
Espanhol surpreendeu pelotão adormecido Versão para impressão Enviar por E-mail
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O espanhol Joaquin Ortega (Barbot-Siper) venceu destacado, esta quarta-feira, a 6ª etapa da 72ª Volta a Portugal Lagos Sports, depois de se ter escapado de um grupo de oito fugitivos que deixou uma marca indelével na história da mais extensa tirada desta edição, que ligou a estreante no traçado da corrida, Moimenta da Beira, a Castelo Branco.

Os principais classificados na geral chegaram integrados no pelotão pelo que as contas não se alteraram na tabela individual. David Blanco (Palmeiras Resort-Prio) conservou a camisola amarela e os restantes líderes permaneceram intocáveis. A única alteração registada foi a subida da equipa Barbot-Siper ao comando da classificação colectiva.

Joaquin Ortega, de 29 anos, natural de Tabernes, nos arredores de Valência, feliz pelo triunfo, comentou: "Nos últimos dias estive a trabalhar para a equipa e por isso não consegui integrar uma fuga. Hoje foi uma etapa com muito calor desde o início, mas conseguimos ir oito corredores para a fuga. Aproveitámos o facto do pelotão estar parado para conseguirmos uma vantagem confortável, e na parte final fiquei isolado para conquistar a vitória na etapa".

Palmeiras tenta reagir

A caminho da única contagem de montanha na escalada para a Guarda já a fuga estava a rolar com mais de cinco minutos de vantagem. Luís Pinheiro (Madeinox/Boavista) amealhou os pontos da 3ª categoria enquanto a equipa do camisola amarela, a Palmeiras Resort-Prio, ainda impôs um ritmo bastante forte ao seu esforço de perseguição, mas nem isso impediu os oito fugitivos de aumentarem a diferença para uns inquietantes 9m 25 na passagem pela meta volante de Sabugal (Km. 109,3), em que o mesmo boavisteiro Luís Pinheiro se impôs novamente à concorrência.

Oito fugitivos resistem

A fuga foi protagonizada por Joaquin Ortega (Barbot-Siper), Celestino Pinho (CC Loulé), José Mendes (LA-Rota dos Móveis), Luís Pinheiro (Madeinox/Boavista), Carlo Scognamiglio (ISD), Rodrigo Garcia (Xacobeo), Angel Vicioso e Jesus Rosendo (ambos da Andalucia).
Na aproximação à meta volante de Castelo Branco a diferença estava nos oito minutos mas a preocupação não era grande. Nem o camisola amarela, nem os mais próximos adversários corriam qualquer risco, e daí, um certo "deixa andar" por parte do pelotão, atitude que facilitou a vida aos fugitivos, que passaram uma primeira pela meta volante de Castelo Branco, com Rodrigo Garcia (Xacobeo) na frente.

Uma "faena" à Ortega

Do grupo de fugitivos saltara entretanto um outro espanhol, Joaquin Ortega (Barbot-Siper), que na primeira passagem pela meta já estava destacado. Faltavam 18 quilómetros para concluir a etapa e Ortega acabou por gerir bem os segundos que foi amealhando para assegurar a vitória com uma boa vantagem sobre José Mendes (LA-Rota dos Móveis) que foi segundo classificado a 20 segundos apesar de tudo ter tentado para impedir o êxito do espanhol. Os restantes fugitivos terminaram à frente do pelotão que gastou mais 6m 28s que o tempo do vencedor.

 
A escalada para a Torre

A sétima etapa, esta quinta-feira, é aguardada com expectativa porque pode ajudar a definir muita coisa na classificação. A tirada de 168 Km vai partir de Idanha-a-Nova para Seia. Os corredores concentram-se às 10h30 junto ao Terminal Rodoviário de Idanha-a-Nova, onde pelas 12h30 iniciam o trajecto de três quilómetros até próximo do Estádio para a partida real às 12h40. A chegada à Torre está prevista para cerca das17h20.

Até iniciarem a subida ao ponto mais alto de Portugal Continental terão de ser ultrapassadas duas contagens de montanha, a primeira, de 3ª cat. no alto do Teixeira (Km 94,3) e a segunda, de 1º cat. em Carrazedo, às quais se juntará a última que leva o pelotão para a meta. As três habituais metas volantes estão colocadas no Fundão (Km 43,9), Unhais da Serra (Km 75) e Seia (Km 136,9).

Esta é a 19ª vez que a Volta vai chegar ao alto da Torre, desde que Joaquim Agostinho ali triunfou em 1971.

Últimas chegadas à Torre e respectivos vencedores:

2000 (62ª Volta): Guarda-Torre, 168,2 Km., Vítor Gamito (P. Ravessa)
2001 (63ª Volta): Portalegre-Torre, 166 Km., Santiago Perez (Barbot)
2002 (64ª Volta): Belmonte-Torre, 181 Km., Claus Moller (Milaneza)
2003 (65ª Volta): F. Foz-Torre, 208,3 Km,. Nuno Ribeiro (LA-Pecol)
2004 (66ª Volta): Fundão-Torre, 143,4 Km, David Arroyo (LA-Pecol)
2007 (69ª Volta): Oliveira do Bairro-Torre, 154,2 Km., Eládio Jimenez (LSE)
2008 (70ª Volta): Idanha a Nova-Torre, 171,5 Km., Rui Sousa (Liberty)
2009 (71ª Volta): Oliveira do Bairro-Torre, 154,6 Km., Nuno Ribeiro (Liberty)*

* Desclassificado com vitória atribuída ao segundo classificado David Blanco (Palmeiras)

Classificações Completas

 
Jose Herrada consegue vitória certa em Lamego Versão para impressão Enviar por E-mail
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O espanhol da Caja Rural, Jose Herrada, de 24 anos, natural de Cuenca, conquistou, esta terça-feira, a 5ª etapa da 72ª Volta a Portugal Lagos Sports. Há 20 anos que a Volta não fazia uma chegada em Lamego. Herrada atacou no momento certo, ganhou terreno e depois soube gerir a diferença de modo a assegurar o êxito, que escapou ao italiano Emanuele Sella (Carmiooro) e ao russo Vladislav Borisov  (Amore&Vita), os principais protagonistas da fuga que animou o percurso de 172,4 Km, entre Fafe e Lamego.

David Blanco (Palmeiras Resort-Prio) manteve a camisola amarela, Oleg Chuzdha (Caja Rural) continua líder da montanha e Ricardo Vilela (Madeinox/Boavista) manteve o 1º lugar da Juventude. Sérgio Ribeiro (Barbot-Siper) chegou à camisola branca dos pontos por troca com Cândido Barbosa (Palmeiras Resort-Prio). Colectivamente a equipa de Tavira, o Palmeiras Resort-Prio está firme no primeiro lugar por equipas.

"Foi uma etapa muito difícil, nos últimos quilómetros tive de dar tudo, olhei para trás várias vezes porque sabia que o pelotão estava perto”, explicou emocionado  o jovem José Herrada que está a fazer a Volta a Portugal pela segunda vez. Logo depois acrescentou: “A prova está a correr bem para a nossa equipa, já ganhámos duas etapas e lideramos a classificação geral da montanha com o Oleg Chuzhda" .

Muita gente a querer fugir

O calor sufocante que se fez sentir bem cedo nesta etapa de recomeço da Volta, após o dia de repouso, não impediu os corredores de, logo nos quilómetros iniciais, imprimirem à corrida um ritmo trepidante, que se traduziu na média de 44,2 Km/h, na primeira hora. Para esta velocidade contribuíram vários ataques em que se envolveram numerosos grupos, certamente estimulados pela primeira contagem de montanha e pelas que se seguiram alternadas com as metas volantes.

De nove sobram dois

A seguir à vitória de Sérgio Sousa (Madeinox/Boavista) no alto de Lameira, de 3ª Cat., e depois de anuladas fugas de grupos com mais de uma dezena de corredores, o ucraniano Oleg Chuzhda (Caja Rural), passou em primeiro lugar na contagem de 3ª cat., em Santa Eulália, para logo a seguir se formar na dianteira um grupo de nove fugitivos que na meta volante de Paredes do Alvão, ganha pelo russo  Vladislav Borisov (Amore&Vita), tinham cerca de dois minutos de vantagem. O ritmo manteve -se elevado e no ataque ao alto do Guilhado, de 3ª cat. (Km. 71), onde o italiano Emanuele Sella (Carmiooro) se adiantou ao russo Vladislav Borisov (Amore&Vita) os dois acabaram por se escapar aos colegas de fuga, registando então a cem quilómetros da meta uma vantagem de 4m 20s para o pelotão.

Aliança italo-russa fracassa

Italiano e russo estabeleceram uma boa aliança da qual vieram a colher bons fruto e o primeiro a fazê-lo foi o russo ao vencer a meta volante de Alijó (Km. 108,1) para, mais adiante, a estrada se juntar ao rio Douro, precisamente na altura em que por ali navegava um barco carregado de turistas que não regatearam aplausos aos corredores. A diferença dos dois fugitivos para o pelotão era, nesse momento, de 3m 15s enquanto o par de perseguidores perdia Hugo Sabido (LA-Rota dos Móveis), mas o italiano Matteo Rbottini (Lampre) recebia a companhia de Pedro Lopes (CC Loulé).

 
Caja Rural reagiu a tempo

A média baixou ligeiramente ao mesmo tempo que a vantagem dos dois fugitivos foi diminuindo para, a 30 Km de meta, se situar a pouco mais de um minuto, sinal inequívoco de que o esforço do russo e do italiano, estava condenado ao fracasso. E foi o que sucedeu. Os dois fugitivos claudicaram ficando a comandar a corrida o espanhol Jose Herrada (Caja Rural) que, depois de ser o primeiro no alto de Armamar (2ª cat.) e na meta volante de Parada do Bispo, veio a manter a diferença que, embora traduzida em escassos segundos, lhe valeu o triunfo em Lamego.


Subindo para a Guarda, a mais alta de Portugal

A 6ª etapa da 72ª Volta a Portugal Lagos Sports vai ligar esta quarta-feira Moimenta da Beira a Castelo Branco. Será a mais extensa desta edição e marca a estreia de Moimenta no mapa da Volta. Serão 221,1 quilómetros com uma única contagem de montanha de 3ª categoria, na passagem pela Guarda (Km. 79,8), e metas volantes em Trancoso (Km. 36,9), Sabugal (Km. 109,3) e Castelo Branco Km. 191,8) seguindo-se, de imediato, a primeira passagem pela meta, altura em que faltarão apenas 18,2 Km para o final da etapa.

A partida simbólica será dada junto ao Pavilhão Municipal de Moimenta da Beira, para três quilómetros mais adiante, às 11h50, ser dada lançada a partida real. A chegada a Castelo Branco, na Avenida das Palmeiras, deverá acontecer cerca das 17h20.

"Vamos ter nesta etapa um dos melhores locais para chegadas ao "sprint" devendo ser uma das últimas oportunidades para os velocistas discutirem a vitória", comenta o director da prova, Joaquim Gomes, antigo ciclista e que fala com experiência própria. Com a 6ª tirada vão completar-se trinta chegadas da Volta a Portugal à cidade de Castelo Branco que está no mapa da competição desde 1927 quando se realizou a primeira Volta.

Últimas etapas com final em Castelo Branco e respectivos vencedores:
2002 (64ª Volta): Grândola-Castelo Branco, 181,1 Km., Alexis Rodriguez (Kelme)
2003 (65ª Volta): Cafés Delta-Castelo Branco, 150,9 Km., Vitoriano Fernandez (ASC)
2004 (66ª Volta): Termas Monfortinho-Castelo Branco, 190,6 Km., José M. Elias (Relax)
2005 (67ª Volta): Penamacor-Castelo Branco, 215,7 Km., Rui Lavarinhas (Ribeiralves)
2006 (68ª Volta): Idanha-a-Nova – Castelo Branco (CRI), 39,6 Km., David Blanco (C.Valenc.)
2007 (69ª Volta): Vila Viçosa-Castelo Branco, 168,3 Km., Francisco Pacheco (BHL)
2008 (70ª Volta): Vila Viçosa-Castelo Branco, 165,5 Km., Danilo Napolitano (Lampre)
2009 (71ª Volta): Caldas da Rainha-Castelo Branco, 228,7 Km., Manuel Cardoso (Liberty)

Classificações Completas

 
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