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Jogos Olímpicos da Juventude - Rafael Reis ganha contra-relógio em Singapura Versão para impressão Enviar por E-mail
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O português Rafael Reis venceu hoje a prova de contra-relógio dos Jogos Olímpicos da Juventude, que se disputam em Singapura.

O campeão nacional júnior de fundo e de contra-relógio cumpriu os 3 quilómetros da corrida em 3m56s, à média de 48,681 km/h, um tempo inacessível para a concorrência. O australiano Jay McCarthy foi quem mais se aproximou, ficando a 3 segundos do português. O terceiro foi o dinamarquês Michael Andersen, que gastou mais 4 segundos do que Reis.

O excelente desempenho do ciclista natural de Palmela não lhe valeu, contudo, a medalha de ouro, em virtude de os regulamentos de ciclismo dos Jogos Olímpicos da Juventude não contemplarem títulos individuais. As medalhas serão distribuídas pelas três selecções que obtenham melhores resultados combinados no conjunto de todas as provas: contra-relógio masculino e feminino, corrida de fundo em estrada masculina, cross country masculino e feminino, BMX Race masculino e feminino.

Amanhã entram em acção Rodrigo Gomes e Magda Martins. Os dois ciclistas vão participar nas corridas de BMX Race, alinhando inicialmente nas eliminatórias e procurando o apuramento para as finais, que se disputam no mesmo dia.

A delegação portuguesa de ciclismo é chefiada pelo seleccionador nacional de BTT, Pedro Vigário, que é acompanhado por quatro corredores, Rafael Reis, João Leal, Rodrigo Gomes e Magda Martins.

 
As fotos finais Versão para impressão Enviar por E-mail
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A festa final do Palmeiras Resort Tavira

A festa final do Palmeiras Resort Tavira



O pódio final em Lisboa

O pódio final em Lisboa



Barbot Siper, a melhor equipa

Barbot Siper, a melhor equipa



Bela prestação de Hernâni Brôco

Bela prestação de Hernâni Brôco



A juventude de Ricardo Vilela e a veterania de Joaquim Sampaio

A juventude de Ricardo Vilela e a veterania de Joaquim Sampaio



Quatro Voltas, mais quatro... e quem vai desempatar?

Quatro Voltas, mais quatro... e quem vai desempatar?




 
David Blanco (Palmeiras Resort/Prio) vencedor final da Volta Portugal Versão para impressão Enviar por E-mail
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Confirmou-se o favoritismo de David Blanco. O espanhol venceu a 72ª Volta a Portugal Lagos Sports em Bicicleta sendo coroado perante uma multidão que saiu à rua para ver, este domingo, a grande festa do ciclismo terminar no coração da capital portuguesa. Com esta vitória, a quarta no historial da prova, Blanco igualou o recordista Marco Chagas.

A décima, e última etapa, discutida entre Sintra e Lisboa foi marcada pelo triunfo de Cândido Barbosa (Palmeiras Resort-Prio), pródigo em agradecimentos pelo carinho que lhe tem sido dispensado ao longo da prova. Cândido foi segundo na etapa mas declarado vencedor depois do júri decidir a desclassificação do francês Julien Simon (Saur) por irregularidade no “sprint”.

Na única classificação que estava por decidir nos últimos quase 155 quilómetros de competição, a dos Pontos, que pertencia a David Blanco, acabou por ficar na posse de Sérgio Ribeiro (Barbot-Siper). Nas outras classificações o panorama não se modificou, com David Blanco vencedor da montanha, Alfredo Balloni (Lampre) líder da juventude, e a Barbot-Siper a triunfar colectivamente.

A palavras dos protagonistas

“Não há palavras para descrever aquilo que sinto – começou por dizer o vencedor da Volta, David Blanco. “Nunca imaginei que poderia conseguir quatro vitórias” - prosseguiu.
“Estou lá em cima, nas nuvens. Desde o ano passado, quando venci da forma que todos sabem, fiquei um pouco frustrado e acho que a equipa, os patrocinadores e eu merecíamos ganhar na estrada, pois é lá que eu costumo ganhar”.

O vencedor da última etapa, concluída na Avenida da Liberdade após um circuito de seis voltas entre a Praça dos Restauradores e o Campo Pequeno explicou o sprint da polémica: “Arranquei a cerca de 250 metros, sprintei e mantive-me na frente, mas na parte final tocaram-me, desequilibrei-me e já não consegui fazer o lançamento da bicicleta. Pensei que tinha perdido a etapa porque foi o francês que cortou a meta à minha frente. Não é desta forma que gosto de ganhar. Foi a primeira vez que, fazendo segundo, acabei por ganhar. Esta vitória não tem para mim qualquer sabor, mas considero que lutei para chegar a ela.”

Festa do ciclismo no coração de Lisboa

Não foi de passeio esta última etapa que trouxe a Volta a Portugal de Sintra a Lisboa passando pela região saloia. A corrida caracterizou-se por uma sucessão de ataques que mantiveram em alerta a equipa tavirense. Sérgio Ribeiro (Barbot-Siper), candidato à camisola branca, arrecadou três pontos na meta volante de Pêro Pinheiro (Km. 31) e, na aproximação à subida de Cheleiros, que já não contava para nada, uma vez que David Blanco já era o virtual vencedor da montanha, registaram-se, movimentações que terminaram com a vitória do italiano Enrico Magazzini (Lampre).

Por fim um ataque de onze corredores nada trouxe de novo ao panorama da corrida, e só nas voltas ao circuito no centro de Lisboa viria a travar-se luta renhida. O combate não impediu uma chegada ao “sprint” em condições que levaram à vitória de Cândido Barbosa, por desclassificação do francês Julien Simon (Saur).


David Blanco em notas biográficas

Com a subida ao pódio do galego, nascido na Suiça, e que se considera “meio português”, caiu o pano sobre a 72ª edição da Volta a Portugal em Bicicleta Lagos Sports. empresas com pós-graduação em Cooperativas e Pequenas e Médias Empresas e ex- corrector da Bolsa de Madrid, é o primeiro corredor estrangeiro a inscrever, pela quarta vez, o nome na lista dos vencedores da Volta. Este triunfo do espanhol significou para o Clube de Ciclismo de Tavira, a base desportiva da equipa Palmeiras-Prio, a terceira vitória no palmarés da prova.

Na apoteose da grande festa nacional em que a Volta a Portugal se transformou, nestes últimos anos, David Blanco, repetiu o êxito de 2006, 2008 e 2009, ao defender com segurança a camisola amarela conquistada na chegada ao alto da Senhora da Graça, que conservou na passagem pela Torre, no alto da serra da Estrela, e no contra-relógio do penúltimo dia, em Leiria, sob a ameaça do vencedor do dia, o compatriota David Bernabéu, da equipa Barbot-Siper..

Depois de ter passado em branco nos dois primeiros anos (2000 e 2001), no Paredes-Antarte, e no terceiro (2002) no ASC-Vila do Conde, Blanco passou a representar, em 2003, a Porta da Ravessa-Bom Petisco, tendo vencido uma etapa no GP CTT- Correios para voltar a não conseguir qualquer vitória nos anos de 2004 e 2005, com a equipa da Comunidad Valenciana, onde em 2006 venceu a geral e duas etapas da Volta a Portugal.

Polémica à chegada

Polémica à chegada

O espanhol regressou depois à equipa de Tavira, em 2007, mas, só no ano seguinte ganhou a Volta a Portugal, êxito que repetiu em 2009 e também na edição que agora terminou.



Classificações Finais




 
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